Yin Yang


Te pego na escola
E encho a tua bola
Com todo o meu amor
Te levo pra festa
E testo o teu sexo
Com ar de professor

Faço promessas malucas
Tão curtas quanto um sonho bom
Se eu te escondo a verdade, baby
É pra te proteger da solidão

Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor

Confundo as tuas coxas
Com as de outras moças
Te mostro toda a dor
Te faço um filho
Te dou outra vida
Pra te mostrar quem sou

Vago na lua deserta
Das pedras do Arpoador
Digo "alô" ao inimigo
Encontro um abrigo
No peito do meu traidor

Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor

Invento desculpas
Provoco uma briga
Digo que não estou
Vivo num clip sem nexo
Um pierrô-retrocesso
Meio bossa nova e rock 'n' roll

Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor

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Não posso dizer que não te amo porque será mentira.
Não posso dizer que te quero pra mim porque não posso também interferir no livre arbítrio.
Só posso dizer que você é muito mais do que as palavras podem expressar...

"Nem te gosto quase alemão"

Éramos 8 (a novela dos filhotes)


Olha só.
Meus 8 filhotinhos!

E foi uma novela mesmo.
Eram 8! E foram algumas semanas de diversão na minha casa... hehehe

Peguei, na esquina. Uma caixa com 8 filhotes de cachorro, magrinhos, doentes, com pulgas e carrapatos. Parecia que iam morrer naquela mesma noite. E iam mesmo, porque choveu muito. Só que no momento da chuva eles estavam acomodados no meu galpão, já tinham bebido 1 litro de leite e dormiam com um cobertor quentinho.

4 machos e 4 fêmeas.
Liguei para todas as associações de animais. Ninguém poderia ficar com eles. Imaginei que o caso fosse como o meu, mantendo as devidas proporções.

Simbora assumir a carga!

20 kg de ração para começar, muitos comprimidos para vermes, banhos semanais para tirar as pulgas e carrapatos.
E estavam cada vez maiores e mais lindos.
2 foram rápido para a adoção.
1 morreu... Fiquei muito triste.
1 vai ficar aqui porque é linda e se parece com a minha Duda, que precisava de companhia, arrumou uma irmãzinha que ela adora!
Os outros 4 levamos numa pet shop, nosso vizinho apadrinhou um e pagamos R$10 por cada um dos outros 3.

Quando cheguei em casa depois de tê-los deixado na pet shop, chorei.
Chorei porque queria ficar com todos.
Chorei porque não sabia se seus donos não iam os abandonar.
Eles estavam acostumados com carinho e comida o tempo todo.
Brincavam com os meus cabelos e me mordiscavam...

Passei na outra semana na frente da pet shop e já não tinha mais nenhum lá!
Foram adotados.

Fiquei feliz e desejei sorte aos meus filhotinhos.

Lembro da carinha de cada um e da maneira como me faziam feliz.


Obrigada Deus pelas semanas que me arrancaram sorrisos.
Que sempre eu possa servir de ferramenta para o bem.


E que existam mais "Laíses" por aí!
Ou que ao menos tenham um coração do tamanho do meu!


beijos...

Alguém aí sabe usar as palavras?!


Não no sentido de ortografia.
Mas no sentido de colocá-las uma após a outra sem estragar o dia de alguém...


Eu até tento, nem sempre consigo.
Às vezes invejo as belas teses de mestrado... Palavras perfeitas e bem colocadas.
Em outras, adoro falar um palavrão...
E assim vou indo.
Num dia eu me acerto, no outro me erro, erro feio, acerto novamente.


Tento não magoar ninguém... Mas (nossa!) sou magoada diariamente.

Não gosto do que leio nas manchetes de jornais, muito menos de sair de casa pela manhã sabendo que temos a capital com o maior índice de usuários de crack. Não gosto de ler mensagens no celular que me fazer ficar triste. Não gosto de placas escritas de forma grotesca...
Isso tudo me magoa.

Eu gosto das palavras, dos livros bem escritos... Das belas e nobres poesias.
Menina culta? Até posso ser. Mas sou mesmo é uma amante das palavras certas.
No lugar certo, na hora certa.
Como um beijo roubado, um olhar receioso...

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Ahhh vida...
As pessoas vem e vão...
E com elas o amor, a primavera e a esperança.

Mas sobram coisas...
Sobram as lembranças e as palavras.

E como é bom ter uma página novinha em branco...
Pra começar a escrever tudo novamente...
E sempre sem ter como apagar.
Mas renova a alma...

E suspirando eu digo...
O amor... Sempre ele batendo na minha porta novamente!

(não é meu! hehehe... mas é desconhecido... talvez seja meu mesmo!)

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Abraços...


E lá vou eu novamente...


Pânico

Estou inquieta... Já sentei umas doze vezes na frente do pc, já revisei meu e-mail mais umas 17, já entrei e saí do Amsn (MSN, pra quem usa Windows), já limpei a casa e lavei roupas. E nada disso tira esse pânico. Parece que estou sendo perseguida, ando de um lado para outro e nada resolve.
Já rezei, já tentei dormir, já comi... Ahhhh o que está acontecendo comigo?!?
Quero a minha mããããããeeeeee!!!!!!!

Quero os meus amigos... Quero as minhas irmãs! Tô com saudade da minha vida de "criança", onde tudo era mais fácil e divertido. Onde almoçar era importante e estudar era de graça. Agora almoçar e só pela sobrevivência e estudar custa caro (pôxa vida!).

Todo mundo que já passou por isso me diz que é assim e logo passa. Espero.

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E a Páscoa vem vindo, pela primeira vez sem chocolate.
Eu tenho uma família católica, mas eu me desprendi da religião porque eu não era praticante, hoje tenho um lado espiritual independente de religião. Bom, na minha casa, Páscoa, Natal e essas datas importantes, realmente são importantes. Eu sempre acompanhava tudo isso. Agora eu nem lembrava que a Páscoa tava aí, "atrás da casa" como dizia meu avô, a data bem próxima.
E sinto falta disso, não dou mais valor para essas festas em família, tenho medo de logo nem saber direito o significado da palavra família.
Que o Universo não permita que eu perca o amor, a esperança e a graça de viver.

Não quero virar uma workaholic doente.

Eu quero amar mais, viajar mais, ver mais o sorriso das pessoinhas que eu amo.

Saudade, saudade, saudade.
E tem coisas que não voltam nunca mais.


"A sombra de alguém, por um instante não achei que fosse eu"
(Volantes)

Eu devo ser louca mesmo...


Que dia digno de dizer TÉDIO!!!!!!

São 05:38h da manhã de domingo, eu estou sentada na frente do computador, com fome e sem niguém para conversar...
Estou com um fichário aberto e dois trabalhos iniciados, um de psicologia e outro de higiene e profilaxia. Mais uma lista de material das aulas práticas para comprar... ahhhhh


Tô com saudade da minha família e dos meus amigos. Principalmente do meu pai... Tenho medo que ele se vá logo e eu nem tenha aproveitado o que ele tinha de pai para oferecer apartir do dia que eu resolvi parar de odiá-lo. Sim, eu passei uns 15 anos da minha vida detestando meu pai, ele me mal-tratava muito e na adolescência, queria me prender a todo custo.

E nada de grana, se eu tivesse eu passaria a Páscoa lá, com a minha família.

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Às vezes eu me pergunto: Sou louca?
Sim, e tenho transtorno bipolar.
Essa é a "desculpa" para eu amar e odiar a mesma pessoa em 5 minutos, para que eu exploda de raiva quando não tenho internet, para que eu me ache inteligente e burra por não saber muitos cálculos matemáticos.

Eu ultimamente tenho andado menos triste, ouvido mais música e lido mais livros. Mas tô numa solidão completa, nada me dá o carinho suficiente, nem a atenção que julgo merecer.


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Abaixo vai um texto sobre a Loucura, que acompanha-nos. Principalmente a mim. Que tenho um coração que pulsa descompassadamente de amor.
Tem que ser louco para amar alguém mesmo...

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs: -Vamos brincar de esconde-esconde? - Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade. - Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça. -1,2,3,... - a Loucura começou a contar. A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove. - CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar... A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre!



E tem que ser assim, senão o amor prefere usar uma bengalinha e um cachorro labrador de companhia...

Um bom dia para os que leem... E aos que não leem também.





Você sabe quanto vale R$20?


Eu sei!
E você?

Fim de semana... Sexta... Sábado.
Eu poderia ter ficado em casa vendo filme ou estudando.
Mas a grana tá cada vez mais escassa. Tive que arrumar um "bico" pra poder pagar o meu jaleco novo de enfermagem. Tem que ser todo certinho, na medida e tal. Pois é, isso custa R$30.
E com R$30 dá pra comer mais de uma semana. Dá pra quase pagar a conta de luz.

Lá fui eu. Panfletora de uma locadora de filmes. Três horas, em pé, no sol, com fome, com sede.
Em pé em frente a uma padaria, onde o fluxo de pessoas é maior. Realmente. Elas entravam e saiam e com elas o maravilhoso aroma dos pães de queijo quentinhos. Afff! E a fome pegando...

Nessas três horas milhões de coisas me passaram pela cabeça.
Por que as pessoas não pegam o panfleto?
Por que muitas delas fazem cara de nojo?
Por que atiram no chão no próximo passo?
Por que fazem que não estão me vendo?
Por que??

Porque elas não sabem quanto vale R$20.
Impressionantemente, quem me tratou melhor foram os negros e os homossexuais, pegavam o panfleto e sorriam. Um sorriso e boa educação basta. E o porquê disso? Eles sabem o valor de uma nota de R$20.
Aquela mãe que fez faxina um dia inteiro e tem 5 filhos para dar comida, sabe.
Aquela mãe que tem R$15 e o remédio do filho custa R$20, sabe.
Aquela mulher que se prostitui, sabe.
Aquele homem que ganha e entrega tudo para os supermercados e contas, também sabe.
Mas...
E aqueles dos carrões que custaram R$60.000?!
Eles sabem?
Pois pra mim, não.
Eles não estenderam a mão em nenhum momento. Me olhavam com cara de nojo, ou com certo medo, repúdio.
Pois eu estava trabalhando. Trabalhando, não roubando ou pedindo.
E a cada mão que se estendia e agarrava o panfleto, eu agradecia. Ele estava me ajudando a pagar o meu jaleco.


O dia que eu tiver na situação deles, eu pegarei o panfleto que me alcançarem às mãos. E ainda direi: -Eu já estive aí um dia.-
Hoje eu sou uma estudante. Amanhã, só Deus sabe.

Nunca humilhe alguém inferior na classe social. É ruim.
Acho que muitas vezes é por isso que os jovens caem no mundo da marginalidade. Porque não há retorno das pessoas. O que se encontra nas ruas é uma gente rica, nojenta, com seus poodles de pedigree, que educam seus filhos para serem como eles.
E ainda acham que são A Nata.


Essa sou eu, Laís Mota, 19 anos, técnica em enfermagem, humana.
E já entreguei panfleto na vida. Vale R$20 e uma experiência a mais.


Abraços.

Portúgueiz do Braziu

Bem-vindo: Ilha Lost!!!


Cabeleireiro ou cirurgião??


Snooker ou Sinuca com as letras embaralhadas?


Conserta Ai-Podi?


Para clientes Com Fiáveis



Ah é! Muito perigoso, sairão nerds loucos com os miolos fervendo depois da curva!



Nos sabores graviola, morango e abacaxi.



Quem será revistado?



Gente... Isso dói! Em quem sabe o valor da língua portuguesa, dói!